02.15.08
Posted in Pessoal at 1:01 pm by joana

Letônia:
Um país que jamais pensei em conhecer, porém, com características surpreendentes que me fazem perceber o quanto precisamos ampliar nossos horizontes.
Moeda forte, povo elegante. Um senso de ordem em tudo o que se vê. Ex república da União Soviética, tornou-se independente em 1991. A capital, Riga, preserva edificações Medievais e Prédios art nouveau, patrimônios da humanidade. A economia em sua maioria é baseada em serviços e o país, especialmente a cidade de Riga, tem sido palco de eventos na área de inteligência empresarial reconhecidos em todo o mundo.
Visitei por ocasião de um curso na área de liderança, ministrado por empresários brasileiros e italianos. Excelente oportunidade de crescimento pessoal, principalmente por ser sediado num país tão diverso do Brasil. No inverno, por exemplo, os moradores convivem com temperaturas entre -25 e -15°C. Inacreditável para quem vem de um clima subtropical sobreviver nessas condições.
A constatação que se chega é que é um povo que conseguiu (e consegue), se sobressair em tudo o que faz, já que o que faz pode colocar em risco sua sobrevivência. Sistemas de calefação, vedação, vestimentas, alimentação, tudo adequado às condições e que transitam num equilíbrio perfeito entre os climas que se estabelecem ao longo do ano.
Não dá para desassociar essas observações a uma competência intrínseca que emana e envolve. Um lugar perfeito para polir as arestas do “jeitinho brasileiro”. Além disso, a Europa de maneira geral, nos ensina a arte de lidar com o dinheiro. Os países que visitei como Alemanha, Itália, Suíça, França e Holanda me mostraram, assim como pude confirmar em Riga, que nós temos pouca habilidade em transformar criatividade em dinheiro, prosperidade. Mais uma lição para levar na mala…
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Posted in Pessoal at 12:54 pm by joana

Bonito, Mato Grosso do Sul. Há 265 Km da capital do estado, com uns 18 mil habitantes pode receber em um ano cerca de 80 mil turistas.
Todos visitam o lugar pela mesma razão: é lindo, organizado, maravilhoso. As belezas naturais são tão perfeitas que parecem montagens de computador. E o que mais impressiona é o povo e a forma como se organizam.
Particularmente eu nunca imaginei que veria algo tão bem desenvolvido feito por um povo tão desconhecido. Puro preconceito de achar que a Europa do Brasil, o Sul, faria melhor. Bobagem.
Aqui em Florianópolis, por exemplo, erramos feio no atendimento dos turistas, nas informações, na estrutura, na forma como vendemos os atrativos que temos e no bom e velho comodismo que atribui ao governo a responsabilidade de dar condições para o turismo acontecer.
Responsabilidade ou não do governo, os bonitenses não esperaram governo ou prefeitura e fizeram fazendas particulares virarem centros receptivos de turistas com padrão de primeiro mundo. Tudo funciona. As agências de turismo são estruturadas e bem informadas para sugerir ao turista as melhores opções de passeio. Nada acontece sem a participação dessas agências que são comissionadas a cada visita.
As fazendas, que detém a propriedade da maioria dos atrativos, só aceitam turistas com voucher, fornecido pelas agências. Ou seja, o círculo de trabalho se fecha, de forma que todos ganham. Os preços são tabelados e eu diria que são bastante justos. O atendimento e o preparo dos guias são muito bons. Aliás, só pode ser guia quem é nativo ou morador a mais de 4 anos na região e que conheça a atividade ou o local que irá demonstrar. Os cursos de mergulho, as visitas às cavernas, são sempre acompanhadas de orientações de conservação do meio ambiente.
Com certeza existem algumas dificuldades. As estradas de acesso não são as melhores, a cidade não tem grandes opções de lazer em dias de chuva, mas não dá para não reconhecer quando vemos um trabalho bem feito. E esse é o caso de Bonito.
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Posted in Pessoal at 11:45 am by admin
Bem vindo ao meu novo site!
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